Importação de Óleo Diesel

Quanto diesel o Brasil importa puro (diesel A, ainda sem biodiesel), de onde vem e a que preço: m³, US$/m³, países, portos e estados de entrada, mês a mês.

17 gráficos8 tabelas2022 a 202630 países de origemAtualizado em 07/10/2026

O que ele responde

O diesel vendido no Brasil para uso rodoviário leva biodiesel por mistura obrigatória, e o diesel importado chega puro (diesel A, ainda sem biodiesel) para receber essa mistura na distribuidora e virar o diesel B vendido nos postos. Para a usina, o diesel A importado é demanda de biodiesel que chega pelos portos e estados de entrada: o painel mostra por onde ela entra, de quais países vem e se cresce ou recua. Para a distribuidora e a trading, mostra a que preço em dólar o diesel de fora chega. O volume vem em metros cúbicos, a mesma unidade das vendas de combustível e da mistura, e não em quilos, como a Receita registra: aqui ele já vem convertido, com preço médio em US$ por m³. Para medir a parcela do importado no abastecimento, compare com o Consumo de Diesel, em outro indicador da plataforma. O recorte é a NCM 2710.19.21, o código do óleo diesel na classificação de mercadorias do Mercosul: é todo o óleo diesel importado, S10 e S500 somados (a classificação não separa por teor de enxofre), inclusive o de usos fora da mistura rodoviária, e ficam de fora os demais derivados da posição 2710, como o óleo combustível e o querosene. Perguntas que ele responde: a importação de diesel está crescendo? De quais países vem e por quais portos e estados entra o diesel A importado? Como o preço médio do diesel importado se move ano a ano, em dólar por m³?

Visões

Volumes e Valores

No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com importação registrada dentro dos filtros, não necessariamente o mais recente da base; com Ano fim escolhido, os cartões passam a se referir ao último mês desse ano. O mês de referência aparece em cada cartão. Aqui o volume é em m³ e o preço, em US$ por m³. Na aba: volume e valor de diesel por ano no mesmo intervalo de meses (de janeiro até o último mês com dado), a divisão por continente de origem (no último mês, ou no período filtrado) e a evolução mensal de volume e valor. A tabela traz, ano a ano, volume, valor, preço médio e a coluna Transações, que conta linhas da base, não embarques.

Principais Origens

De onde vem o diesel que o Brasil importa: os 15 maiores países de origem no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), a evolução anual dos 5 maiores e a tabela com todos os países, que soma todo o período carregado. A evolução anual dos 5 maiores soma o ano cheio, e não o mesmo intervalo de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado e não indica queda.

Anual

O gráfico cruza volume e preço médio por ano, no mesmo intervalo de meses de cada ano: é a aba para ver se o diesel importado ficou mais caro ou mais barato em dólar. A tabela soma o ano cheio, com volume, valor em US$, peso em quilos (a massa como a Receita registra, da qual sai o volume em m³) e número de registros.

Mensal

A série mês a mês de diesel e a comparação de cada mês entre os anos (por padrão os três últimos; clique nos anos para incluir ou tirar), com a tabela mensal. Não há gráfico de preço mês a mês: o preço médio de um mês, em US$ por m³, é o Valor dividido pelo Volume na tabela Resumo Mensal ou no CSV dela; o preço por ano está na aba Anual.

Importação Total

Igual à Anual no recorte de meses, mas com o valor total em US$ no lugar do preço médio: um gráfico de volume e outro de quanto o país gastou com diesel importado em cada ano. A tabela do ano cheio acrescenta a participação de cada ano no total do período (coluna %), além de volume, valor, peso e registros.

Agrupado País de Origem

Os 20 maiores países de origem por volume e o mapa de blocos (treemap) das origens, no último mês ou no período filtrado, mais a tabela consolidada por país, que soma todo o período carregado.

Agrupado Porto de Destino

Por onde o diesel entra no país: as 15 maiores unidades da Receita de despacho no ranking (em geral portos, mas também portos secos no interior e postos de fronteira terrestre, por onde entra o diesel vindo de países vizinhos) e, na rosca, a participação das 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada por ponto de entrada, que soma todo o período carregado.

Agrupado Estado de Destino

Em qual estado fica a unidade da Receita por onde o diesel entrou (o estado do porto, aeroporto, porto seco ou posto de fronteira do desembaraço), e não o estado da distribuidora que compra nem o do consumo: na prática, é a aba de portos somada por UF. Os 15 maiores estados no ranking e, na rosca, os 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela por UF, que soma todo o período carregado.

Filtros

PeríodoAno início e Ano fim. Com período escolhido, rankings e participações somam todo o intervalo, e não só o último mês.
MesesNa tela, “Todos os meses”: multisseleção, para comparar os mesmos meses entre anos. Com meses marcados, rankings e participações somam esses meses em todos os anos do período. Os gráficos anuais continuam rotulados “Jan–(último mês)”, mas somam só os meses marcados.
País (de origem)Um país por vez.
ContinenteUm por vez: restringe o dashboard aos países de origem daquele continente.
Porto (unidade de despacho)Uma unidade de despacho por vez (porto, aeroporto, porto seco ou posto de fronteira).
UF (do desembaraço)Uma UF por vez: a do ponto de desembaraço, não a do importador.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteMDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação)
Cobertura2022 a 2026 · 1.312 registros
Atualizado em07/10/2026
Vale saber: Os dados do Comex Stat são preliminares e podem mudar nas divulgações seguintes da Secex; o mês mais recente é o mais sujeito a revisão. Os gráficos anuais das abas Volumes e Valores, Anual e Importação Total comparam o mesmo intervalo de cada ano (de janeiro até o último mês com dado) e por isso não batem com as tabelas, que somam o ano cheio. Sem filtro de período, os gráficos de ranking e participação por país, porto, estado e continente mostram só o último mês; com filtro, todo o período escolhido. Nas abas Principais Origens e Agrupado, a tabela abaixo desses gráficos soma sempre todo o período carregado (sem filtro, a série inteira); por isso gráfico e tabela não batem. A coluna Transações conta linhas do arquivo do Comex Stat (cada uma separa mês, NCM, país, porto, via de transporte e a UF que a Receita atribui ao produto, que não é a UF exibida no painel), não embarques nem empresas. O porto e o estado vêm da unidade da Receita onde a carga foi desembaraçada, que pode ser um porto, um aeroporto, um porto seco no interior ou um posto de fronteira: não indicam o destino nem o estado de quem compra. A unidade aqui é o metro cúbico: o dado da Receita vem em quilos e é convertido pela densidade do óleo diesel (0,853). O preço médio sai em US$ por m³, e a coluna Peso (kg) das tabelas é a massa como a Receita registra. Esta base tem só a importação: a participação do diesel importado no mercado exige as vendas de diesel, que estão em outro indicador.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Importação de Óleo Diesel

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