Importação de Metanol

Quanto custa e de onde vem o metanol que o Brasil importa, o álcool que as usinas usam no biodiesel: preço em US$/t, países, portos e estados de entrada.

17 gráficos8 tabelas2022 a 202626 países de origemAtualizado em 07/10/2026

O que ele responde

O metanol (álcool metílico) é o álcool que as usinas brasileiras usam para transformar óleo e gordura em biodiesel, na chamada rota metílica: cada tonelada produzida consome metanol, e boa parte do metanol usado no país vem de fora. Por isso o preço do metanol importado, em dólar por tonelada, entra na conta de custo de cada litro de biodiesel, ao lado do óleo, e é o primeiro sinal de pressão no insumo. Aqui esse preço vem pronto, ano a ano no mesmo intervalo de meses e no cartão do último mês, com país de origem, porto e estado de desembaraço mês a mês no mesmo painel; no Comex Stat, o preço por tonelada e a comparação entre anos são conta à mão. Lido com Autorizações de Importação de Metanol, que traz o registro da ANP por importador, mostra quanto entra, a que preço e quem traz. Serve ao comprador de insumos da usina, que acompanha o custo do metanol, e a quem importa, vende ou distribui o produto. Perguntas que ele responde: o preço do metanol importado está subindo, ano a ano? A origem está concentrada em poucos países? Por quais portos entra e em quais estados é desembaraçado? O número é o total do país registrado no comércio exterior (NCM 2905.11.00, o código do metanol na classificação de mercadorias do Mercosul) e inclui o metanol da indústria química, como o de formaldeído, resinas e solventes, e não só o das usinas. A produção nacional de metanol não está nesta base.

Visões

Volumes e Valores

No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com importação registrada dentro dos filtros, não necessariamente o mais recente da base; com Ano fim escolhido, os cartões passam a se referir ao último mês desse ano. O mês de referência aparece em cada cartão. Na aba: volume e valor de metanol por ano no mesmo intervalo de meses (de janeiro até o último mês com dado), a divisão por continente de origem (no último mês, ou no período filtrado) e a evolução mensal de volume e valor. A tabela traz, ano a ano, volume, valor, preço médio e a coluna Transações, que conta linhas da base, não embarques.

Principais Origens

De onde vem o metanol que o Brasil importa: os 15 maiores países de origem no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), a evolução anual dos 5 maiores e a tabela com todos os países, que soma todo o período carregado. A evolução anual dos 5 maiores soma o ano cheio, e não o mesmo intervalo de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado e não indica queda.

Anual

O gráfico cruza volume e preço médio por ano, no mesmo intervalo de meses de cada ano: é a aba para ver se o metanol importado ficou mais caro ou mais barato em dólar. A tabela soma o ano cheio, com volume, valor em US$, peso em quilos (o mesmo volume, em kg) e número de registros.

Mensal

A série mês a mês de metanol e a comparação de cada mês entre os anos (por padrão os três últimos; clique nos anos para incluir ou tirar), com a tabela mensal. Não há gráfico de preço mês a mês: o preço médio de um mês, em US$ por tonelada, é o Valor dividido pelo Volume na tabela Resumo Mensal ou no CSV dela; o preço por ano está na aba Anual.

Importação Total

Igual à Anual no recorte de meses, mas com o valor total em US$ no lugar do preço médio: um gráfico de volume e outro de quanto o país gastou com metanol em cada ano. A tabela do ano cheio acrescenta a participação de cada ano no total do período (coluna %), além de volume, valor, peso e registros.

Agrupado País de Origem

Os 20 maiores países de origem por volume e o mapa de blocos (treemap) das origens, no último mês ou no período filtrado, mais a tabela consolidada por país, que soma todo o período carregado.

Agrupado Porto de Destino

Por onde o metanol entra no país: as 15 maiores unidades da Receita de despacho no ranking (em geral portos, mas também aeroportos, portos secos no interior e postos de fronteira) e, na rosca, a participação das 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada por ponto de entrada, que soma todo o período carregado.

Agrupado Estado de Destino

Em qual estado fica a unidade da Receita por onde o metanol entrou (o estado do porto, aeroporto, porto seco ou posto de fronteira do desembaraço), e não o estado do comprador nem o do consumo: na prática, é a aba de portos somada por UF. Os 15 maiores estados no ranking e, na rosca, os 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela por UF, que soma todo o período carregado.

Filtros

PeríodoAno início e Ano fim. Com período escolhido, rankings e participações somam todo o intervalo, e não só o último mês.
MesesNa tela, “Todos os meses”: multisseleção, para comparar os mesmos meses entre anos. Com meses marcados, rankings e participações somam esses meses em todos os anos do período. Os gráficos anuais continuam rotulados “Jan–(último mês)”, mas somam só os meses marcados.
País (de origem)Um país por vez.
ContinenteUm por vez: restringe o dashboard aos países de origem daquele continente.
Porto (unidade de despacho)Uma unidade de despacho por vez (porto, aeroporto, porto seco ou posto de fronteira).
UF (do desembaraço)Uma UF por vez: a do ponto de desembaraço, não a do importador.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteMDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação)
Cobertura2022 a 2026 · 2.023 registros
Atualizado em07/10/2026
Vale saber: Os dados do Comex Stat são preliminares e podem mudar nas divulgações seguintes da Secex; o mês mais recente é o mais sujeito a revisão. Os gráficos anuais das abas Volumes e Valores, Anual e Importação Total comparam o mesmo intervalo de cada ano (de janeiro até o último mês com dado) e por isso não batem com as tabelas, que somam o ano cheio. Sem filtro de período, os gráficos de ranking e participação por país, porto, estado e continente mostram só o último mês; com filtro, todo o período escolhido. Nas abas Principais Origens e Agrupado, a tabela abaixo desses gráficos soma sempre todo o período carregado (sem filtro, a série inteira); por isso gráfico e tabela não batem. A coluna Transações conta linhas do arquivo do Comex Stat (cada uma separa mês, NCM, país, porto, via de transporte e a UF que a Receita atribui ao produto, que não é a UF exibida no painel), não embarques nem empresas. O porto e o estado vêm da unidade da Receita onde a carga foi desembaraçada, que pode ser um porto, um aeroporto, um porto seco no interior ou um posto de fronteira: não indicam o destino nem o estado de quem compra. O volume está em toneladas e o preço médio, em US$ por tonelada; a coluna Peso (kg) das tabelas é o mesmo volume, em quilos. Há um segundo indicador de importação de metanol, Autorizações de Importação de Metanol, feito com o relatório de desembaraços da ANP e aberto por importador. Os dois não batem mês a mês: a data de registro e o critério de cada base são diferentes, e a unidade também. Aqui o dado está em toneladas; lá a ANP informa quilos, e a plataforma mostra litros calculados com densidade fixa de 0,8 kg/L. Use este para o total do país, a origem e o preço; o da ANP, para saber quem importa. Para comparar, multiplique os litros de lá por 0,0008 e chegue a toneladas.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Importação de Metanol

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