Importação de Biodiesel

Se e quando entrou biodiesel importado no Brasil, concorrente do nacional na mistura: meses com entrada, origem, porto, UF, município do importador e US$/t.

19 gráficos9 tabelas2022 a 20268 países de origemAtualizado em 07/10/2026

O que ele responde

Para quem produz biodiesel, cada mês sem importação é informação, e cada entrada é concorrência na mistura obrigatória. O uso do produto importado na mistura depende das regras do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), e esta série, desde 2022, mostra se, depois das mudanças de regra do período, o produto de fato entrou. Mês sem registro aqui é mês sem biodiesel importado. Quando a importação aparece, o painel mostra no mesmo lugar o país de origem, o porto, o estado de desembaraço, o município da sede da empresa importadora e o preço médio em US$ por tonelada: leitura para produtor e distribuidora. O recorte é a NCM 3826.00.00, o código do biodiesel na classificação de mercadorias do Mercosul, que reúne o biodiesel puro (B100) e as misturas com menos de 70% de óleo de petróleo. O diesel verde (HVO) e outros diesel renováveis que não são ésteres não contam como biodiesel na nomenclatura e não entram aqui. Perguntas que ele responde: houve importação de biodiesel neste ano, e em quais meses? De onde veio, por qual porto entrou e em quais municípios ficam as sedes das empresas importadoras? A que preço médio em dólar? Para o outro lado do fluxo, veja a Exportação de Biodiesel; para o mercado americano, a Importação de Biodiesel pelos EUA.

Visões

Volumes e Valores

No topo, quatro cartões valem para todas as abas: volume e valor do último mês contra o mês anterior, volume de janeiro até o último mês contra o mesmo intervalo do ano anterior e preço médio do último mês contra o mesmo mês do ano anterior. O último mês é o último com importação registrada dentro dos filtros, que pode estar bem antes do mês mais recente da base; com Ano fim escolhido, os cartões passam a se referir ao último mês desse ano. O mês de referência aparece em cada cartão. Quando o mês de comparação não tem importação, o cartão não mostra variação. Na aba: volume e valor de biodiesel por ano no mesmo intervalo de meses (de janeiro até o último mês com dado), a divisão por continente de origem (no último mês, ou no período filtrado) e a evolução mensal de volume e valor. A tabela traz, ano a ano, volume, valor, preço médio e a coluna Transações, que conta linhas da base, não embarques.

Principais Origens

De onde vem o biodiesel que o Brasil importa: os 15 maiores países de origem no ranking e, na rosca, a participação dos 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), a evolução anual dos 5 maiores e a tabela com todos os países, que soma todo o período carregado. A evolução anual dos 5 maiores soma o ano cheio, e não o mesmo intervalo de meses: a barra do ano corrente vai só até o último mês com dado e não indica queda.

Anual

O gráfico cruza volume e preço médio por ano, no mesmo intervalo de meses de cada ano: é a aba para ver se o biodiesel importado ficou mais caro ou mais barato em dólar. A tabela soma o ano cheio, com volume, valor em US$, peso em quilos (o mesmo volume, em kg) e número de registros.

Mensal

A série mês a mês de biodiesel e a comparação de cada mês entre os anos (por padrão os três últimos; clique nos anos para incluir ou tirar), com a tabela mensal. Na série mês a mês, o mês sem importação some do eixo; na comparação entre anos, aparece como zero. Não há gráfico de preço mês a mês: o preço médio de um mês, em US$ por tonelada, é o Valor dividido pelo Volume na tabela Resumo Mensal ou no CSV dela; o preço por ano está na aba Anual.

Importação Total

Igual à Anual no recorte de meses, mas com o valor total em US$ no lugar do preço médio: um gráfico de volume e outro de quanto o país gastou com biodiesel em cada ano. A tabela do ano cheio acrescenta a participação de cada ano no total do período (coluna %), além de volume, valor, peso e registros.

Agrupado País de Origem

Os 20 maiores países de origem por volume e o mapa de blocos (treemap) das origens, no último mês ou no período filtrado, mais a tabela consolidada por país, que soma todo o período carregado.

Agrupado Porto de Destino

Por onde o biodiesel entra no país: as 15 maiores unidades da Receita de despacho no ranking (em geral portos, mas também aeroportos, portos secos no interior e postos de fronteira) e, na rosca, a participação das 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada por ponto de entrada, que soma todo o período carregado.

Agrupado Estado de Destino

Em qual estado fica a unidade da Receita por onde o biodiesel entrou (o estado do porto, aeroporto, porto seco ou posto de fronteira do desembaraço), e não o estado do comprador nem o do consumo: na prática, é a aba de portos somada por UF. O estado da empresa importadora está na aba por município. Os 15 maiores estados no ranking e, na rosca, os 10 maiores mais Outros (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela por UF, que soma todo o período carregado.

Agrupado por Município

Os 15 maiores municípios do domicílio fiscal da empresa importadora (a sede, não o destino físico da carga) e a participação de cada um (no último mês, ou no período filtrado), mais a tabela consolidada, que soma todo o período carregado. O dado vem de outra base da Receita, organizada por grupo de quatro dígitos. No biodiesel, o grupo 3826 tem um código só, o mesmo desta página, mas a base tem data e critério próprios, e o último mês dela pode não ser o das outras abas. Nesta aba valem período, meses, país e estado; porto e continente não se aplicam. Use para ver onde está registrado quem compra, não para somar com as outras abas.

Filtros

PeríodoAno início e Ano fim. Com período escolhido, rankings e participações somam todo o intervalo, e não só o último mês.
MesesNa tela, “Todos os meses”: multisseleção, para comparar os mesmos meses entre anos. Com meses marcados, rankings e participações somam esses meses em todos os anos do período. Os gráficos anuais continuam rotulados “Jan–(último mês)”, mas somam só os meses marcados.
País (de origem)Um país por vez.
ContinenteUm por vez: restringe o dashboard aos países de origem daquele continente.
Porto (unidade de despacho)Uma unidade de despacho por vez (porto, aeroporto, porto seco ou posto de fronteira).
UFUma UF por vez. Nas abas do Comex, é a UF do ponto de desembaraço; na aba por município, a UF da empresa importadora.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo. Na aba por município valem só Período, Meses, País e UF: aquela base do MDIC não tem porto, continente nem produto.

Dados e atualização

FonteMDIC / Secex — Comex Stat (declarações de exportação e importação)
Cobertura2022 a 2026 · 37 registros
Atualizado em07/10/2026
Vale saber: Os dados do Comex Stat são preliminares e podem mudar nas divulgações seguintes da Secex; o mês mais recente é o mais sujeito a revisão. Os gráficos anuais das abas Volumes e Valores, Anual e Importação Total comparam o mesmo intervalo de cada ano (de janeiro até o último mês com dado) e por isso não batem com as tabelas, que somam o ano cheio. Sem filtro de período, os gráficos de ranking e participação por país, porto, estado e continente mostram só o último mês; com filtro, todo o período escolhido. Nas abas Principais Origens e Agrupado, a tabela abaixo desses gráficos soma sempre todo o período carregado (sem filtro, a série inteira); por isso gráfico e tabela não batem. A coluna Transações conta linhas do arquivo do Comex Stat (cada uma separa mês, NCM, país, porto, via de transporte e a UF que a Receita atribui ao produto, que não é a UF exibida no painel), não embarques nem empresas. O porto e o estado vêm da unidade da Receita onde a carga foi desembaraçada, que pode ser um porto, um aeroporto, um porto seco no interior ou um posto de fronteira: não indicam o destino nem o estado de quem compra. Com importação esporádica, o último mês dos cartões é o último com importação registrada, que pode estar bem antes do mês mais recente da base; confira o mês em cada cartão, e para ver os rankings de um intervalo use o filtro Período. Aqui o biodiesel está em toneladas, como a Receita registra, e não em m³, como nas séries da ANP; o preço médio sai em US$ por tonelada, e a coluna Peso (kg) das tabelas é o mesmo volume, em quilos. Importar biodiesel para a mistura obrigatória depende da regulação, então a série pode ter meses sem nenhum registro: é ausência de importação, não falta de dado. Mas o mês sem importação não aparece na série mês a mês (não vira zero no gráfico): some do eixo, e duas barras vizinhas podem estar meses distantes; confira o rótulo do mês antes de ler a tendência. A aba por município vem de outra base e não segue os filtros de porto e continente.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Importação de Biodiesel

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