Importação de Biodiesel pelos EUA

De quais países os EUA importam biodiesel, mês a mês desde 2009, em litros: quem abastece o mercado americano e contra quais origens o produto brasileiro disputaria espaço.

8 gráficos1 tabela2009 a 2026Atualizado em 30/09/2026

O que ele responde

Há espaço para o biodiesel brasileiro entrar nos EUA, e contra quais origens ele disputaria? Os Estados Unidos produzem biodiesel e também compram de fora, e esta série mostra, país a país e mês a mês desde 2009, quem vende biodiesel ao mercado americano. A fonte é a EIA (U.S. Energy Information Administration), que publica as importações americanas de biodiesel por país de origem, em mil barris; aqui o volume está em litros, e os totais por bloco que a EIA publica junto (OPEP e não-OPEP) foram retirados para o mesmo volume não ser contado duas vezes. É nesta série que se acompanha o comércio sob a política americana. A partir de 2017 os EUA aplicaram direitos antidumping e compensatórios (antidumping and countervailing duties) ao biodiesel da Argentina e da Indonésia. E os incentivos federais ao combustível feito no país, do programa de mistura obrigatória (RFS) ao crédito tributário ao misturador, depois substituído pelo crédito 45Z, favorecem a produção doméstica. A série permite ver, mês a mês, como as origens se comportaram antes e depois de cada medida. Serve a exportadores e tradings que avaliam os EUA como destino e a consultorias que acompanham o comércio de biocombustíveis.

Visões

Visão Geral

O volume importado pelos EUA em litros, ano a ano e mês a mês. Enquanto o ano corrente não fecha, o gráfico anual compara o mesmo intervalo de meses em todos os anos (o título mostra o intervalo, por exemplo Jan–Jul); o ano cheio fica no gráfico de área da aba Países de Origem. O botão Δ%, no gráfico mensal, alterna entre o volume e a variação sobre o mesmo mês do ano anterior. A aba mostra ainda a variação anual em %, o ranking de origens no período filtrado e cada mês comparado entre os últimos seis anos do recorte (para anos mais antigos, mude o filtro de Ano). Acima das abas, os cartões trazem o acumulado do ano, o último mês publicado e o número de países que venderam aos EUA no período filtrado inteiro, e não só no ano corrente.

Países de Origem

De onde vem o biodiesel que os EUA importam: a principal origem, a concentração nas três maiores e as origens com maior alta e maior queda entre o último ano e o anterior. O gráfico de área mostra as 8 maiores origens ano a ano, em volume ou em participação, e agrupa o resto em Outros; nele, o ano corrente tem só os meses já divulgados. Clique num país do ranking para ver a série mensal dele; o ranking também traz a coluna em mil barris, a unidade da EIA. A matriz origem × ano mostra em que anos cada país vendeu para os EUA.

Filtros

AnoAno inicial e ano final da consulta.
PaísPaís de origem do biodiesel importado. Dá para marcar vários e ver só o fluxo deles em toda a página.
MêsUm ou mais meses do calendário, para comparar o mesmo intervalo entre anos sem misturar o resto do ano.

Os indicadores, os gráficos e as tabelas respondem ao filtro ao mesmo tempo.

Dados e atualização

FonteEIA — U.S. Energy Information Administration
Cobertura2009 a 2026 · 583 registros
Atualizado em30/09/2026
Vale saber: A EIA publica em mil barris; aqui o volume está em litros (1 barril = 158,9873 L), e a coluna em mil barris segue no ranking para conferência. A série é a que a EIA rotula como biodiesel; o diesel renovável (HVO) fica em outra série da EIA e não entra aqui. Mês sem importação de um país não gera registro, então ele só aparece nos períodos em que vendeu para os EUA. Os totais OPEP e não-OPEP, que a EIA publica junto, ficam de fora porque repetiriam volumes já contados país a país. No ano em curso, altas e quedas comparam só os meses já divulgados com o mesmo intervalo do ano anterior. Maior alta e maior queda consideram só países que venderam nos dois anos e que tiveram pelo menos 1% do volume importado em um deles; quem parou de vender aparece na matriz origem × ano, não no cartão. O painel mostra o volume por origem, não a causa da mudança: ligar uma troca de origens a uma medida comercial é leitura do analista.

Exportação

Cada gráfico e cada tabela tem download próprio, em CSV ou Excel, já com o filtro aplicado — é o recorte que está na tela, não o dado bruto inteiro. As tabelas alternam para gráfico e voltam, e as colunas são ordenáveis.

Importação de Biodiesel pelos EUA

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